A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), de São José dos Campos, anunciou uma nova encomenda na China. Desta vez são 13 jatos executivos Legacy 650 para a Minsheng FinancialLeasingCo., Ltd, empresa chinesa. O evento ocorreu na 64ª edição da Convenção e Encontro Anual da Associação Nacional de Aviação Executiva (NBAA), nos Estados Unidos, em Las Vegas.
A Embraer vem encontrando resistências para continuar sua joint venture com a Harbin firmada há mais de oito anos e que vai expirar no prazo de 10 anos. Os modelos negociados são feitos no Brasil e a fábrica chinesa continua parada por falta de encomenda na área de aviação comercial.
As entregas de aeronaves terão início neste ano e se estenderão pelos próximos cinco anos. Em julho de 2011, as duas empresas assinaram um memorando de entendimentos para a encomenda de até 20 aeronaves, incluindo desde jatos executivos da categoria entry level até ultra-large.
"Receber esta encomenda de 13 Legacy 650 da Minsheng é algo motivador e marca um avanço significativo, não apenas na parceria entre as duas empresas, mas também em termos do desenvolvimento do negócio da Embraer na China. O acordo demonstra a grande confiança da indústria chinesa no Legacy 650 e reafirma a convicção da Embraer neste mercado importante e promissor", afirmou Ernest Edwards, vice-presidente-executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva.
Já para a direção da Minsheng FinancialLeasing, a encomenda de 13 jatos Legacy 650 reforçaria a cooperação estratégica com a Embraer para atingir um dos maiores objetivos da nossa companhia. Ele se resume em tornar-se a maior instituição deleasingpara a aviação executiva na Ásia. "Temos total confiança no sucesso do Legacy 650 no mercado chinês de aviação executiva, o que certamente trará um reconhecimento cada vez maior por parte de nossos clientes", disse Kong Linshan, presidente do Conselho da Minsheng.
O Legacy 650 entrou em operação no final de 2010 e é o mais novo membro da família de jatos executivos da Embraer. Com alcance de 3.900 milhas náuticas (7.223 km), pode voar, sem escalas, de Beijing (China) para Dubai (Emirados Árabes Unidos), de Hong Kong para Adelaide.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria
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